Os meus olhos são dois rios
De águas sujas de desgosto,
Águas que procuram o mar
Calmaria e alvoroço.
Sou do amor
Mais o amor não és meu
Triste coração judiado
Vivo degustando um amor amargo
Poema triste cantado.
Os meus olhos são dois rios,
Que não cessam...
E não param de correr.
Pois só o medo moras comigo
Mas só o medo...
Só o medo...
Só o medo de morrer,
Antes mesmo de ser verdadeiramente amado.
Filipe Moreira
Nenhum comentário:
Postar um comentário